Austrália aprovou preservativo que anula quase totalmente o VIH

As autoridades australianas aprovaram um preservativo desenvolvido no país que possui uma substância capaz de anular quase totalmente o vírus VIH e outros transmitidos sexualmente, revelou hoje a imprensa local.


REUTERS

A empresa de biotecnologia Starpharma desenvolveu um composto antiviral denominado VivaGel que segundo os testes de laboratório é capaz de anular até 99,9% o VIH, herpes e outros vírus de transmissão sexual, noticiou a cadeia ABC. 

A substância antiviral foi incluída nos lubrificantes de preservativos produzidos pela Ansell, que já foram aprovados pela Administração de Bens Terapêuticos. 

Jackie Fairley, diretora executiva da Starpharma disse que a aprovação do regulador australiano é um passo prévio à comercialização do produto que espera seja possível em poucos meses. 

Ao explicar o novo preservativo, Jackie Fairley assinalou que o VivaGel possui propriedades antibacterianas e antivirais que anulam o VIH ao reduzir o número de partículas virais. 

in sicnoticias - Lusa

Coimbra cria programa pioneiro para mulheres inférteis

Uma equipa do Centro de Investigação do Núcleo de Estudos e Intervenção Cognitivo-Comportamental (CINEICC) da Universidade de Coimbra (UC) desenvolveu e testou com sucesso o primeiro programa baseado no "mindfulness" - ou atenção plena - para a infertilidade em todo o mundo cujo objetivo é melhorar a qualidade de vida e reduzir a ansiedade e depressão em mulheres com este problema.
De acordo com José Pinto Gouveia, coordenador dos estudos que culminaram na criação do PBMI - Programa Baseado no Mindfulness para a Infertilidade, esta técnica de atenção plena "muda o relacionamento com a nossa mente, ensina a distinguir o pensamento útil do pensamento inútil ou mesmo prejudicial".
Coimbra cria programa pioneiro para mulheres inférteis
"É uma abordagem que evidencia a transitoriedade das emoções. Por isso, há que as reconhecer e não lutar com elas porque uma cadeia de pensamentos negativos conduz a uma exaustão de energia e a possíveis quadros clínicos como a depressão", explica o investigador em comunicado enviado ao Boas Notícias pela UC. 

Os especialistas portugueses testaram a eficácia do PBMI através da sua aplicação em 55 mulheres inférteis, de diferentes idades, a realizar tratamento médico em Lisboa, Porto e Coimbra, num estudo que envolveu também o acompanhamento de um grupo de controlo (ou seja, sem intervenção) composto por 40 mulheres com infertilidade. 

Antes do arranque do PBMI, que contou com a colaboração da Associação Portuguesa de Fertilidade, ambos os grupos foram sujeitos a uma avaliação psicológica, sendo que os dois revelaram elevados níveis de ansiedade e depressão. No final do programa, que se desenvolveu em 10 sessões semanais, foram evidenciadas diferenças significativas entre os grupos.

Técnica está a despertar interesse internacional

Segundo Ana Galhardo, primeira autora do artigo científico que dá conta da aplicação do programa publicado na revista científica norte-americana "Fertility e Sterility", enquanto as mulheres do grupo de controlo não registaram alterações expressivas em nenhuma das medidas psicológicas, as mulheres submetidas à intervenção diminuíram bastante os níveis de Ansiedade e Depressão. 

"Aspetos negativos, como a vergonha, a derrota ou a autocompaixão, e estados de depressão e ansiedade diminuíram muito significativamente. Assim, os pensamentos e sentimentos relacionados ao passo doloroso (por exemplo, o aborto "anterior") ou para o futuro (por exemplo, "eu nunca vou ser mãe") são reconhecidos sem se tentar suprimi-los ou modificá-los", destaca a investigadora. 

De realçar que esta ferramenta pioneira de intervenção psicológica desenvolvida pela equipa da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da UC tem gerado grande interesse junto da comunidade científica internacional, estando já a ser concretizadas parcerias com uma universidade holandesa, um hospital belga e uma clínica de fertilidade da Noruega. in boasnoticias 21.07.2014

Melancia é estimulante sexual natural

Segundo Karin Honorato, fruta contém substância que melhora ereção e libido. Nutricionista apresenta alimentos benéficos para a saúde do homem.

A nutricionista Karin Honorato apresenta nesta segunda-feira (21) alimentos benéficos para a saúde dos homens, principalmente a sexual e a cardíaca. Segundo Karin, a melancia é conhecida como estimulante sexual natural. “Ela é rica em citrulina. Uma substância que aumenta o óxido nítrico, e esta substância faz vasodilatação melhorando a ereção e também a libido”, afirma.

Ela ainda afirma que algumas vitaminas e minerais podem fazer toda diferença na qualidade, quantidade de esperma, libido e até fertilidade. A nutricionista cita os peixes e as sementes, principalmente a de girassol, como exemplo de produtos que ajudam no “desenvolvimento adequado do esperma”.

Karin explica também que a carência do mineral manganês pode levar a perda de libido. Para repor essa substância, ela indica a aveia, os cerais integrais e o abacate. As frutas e hortaliças, assim como as castanhas, são indicadas para melhorar o esperma, conforme a nutricionista.
A melancia e o tomate são ricos em licopeno, que ajudam a prevenir o câncer de próstata. Karin indica o consumo do tomate cozido e com azeite, no mínimo quatro vezes por semana.

Para prevenção das doenças cardiovasculares, a nutricionista recomenda castanhas, sementes e grãos integrais. Segundo ela, esses alimentos atuam no controle do colesterol e da pressão. Já as hortaliças possuem substâncias antioxidantes, que protegem as artérias. Ela ainda indica o amendoim.

Karin fala também sobre o pó da maca, também conhecido com “ginseng peruano”. “A maca ajuda muito na saúde física, mental, sexual e até na energia”, afirma. in g1.globo 21.07.2014

A piece about a smart pelvic floor exerciser, written by someone totally out of their depth

The quantified self movement is all about strapping gadgets to our bodies to tell us that we don't get enough exercise. The trend may have neglected certain parts of the body, which is something that adult toy manufacturer Minna Life wants to fix. At least, that's the idea behind the -- wait for it -- kGoal pelvic floor trainer. The hardware tells users how strong their pelvic floor muscles are, offering real-time feedback on strength as well as enabling people to track their performance. 

Consisting of a squeezable, air-filled pillow and wireless dongle, the kGoal pairs with your smartphone to give you a strength rating and show you how you can improve, and the company is even working on games to try and make the experience more, erm, entertaining. Bedroom matters aside, the pelvic floor also contributes to a healthy bladder, and women frequently struggle to maintain it, according to UCSF Medical Center ProfessorLiz Miracle. Her patients frequently say that they've been unable to keep up their exercises, since there's a lack of feedback to let them know how well they're doing. The kGoal is designed to remedy that, as well as improving performance in more intimate scenarios. Obviously, the product is on Kickstarter, and $99 will you get an early-bird discount, while the Johnny-come-latelys will be asked to spend $125.

fonte: engadget

Estudo: Pílula ajuda a prevenir alguns tipos de cancro

Para além da contraceção hormonal, a pílula ajuda a prevenir determinados tipos de cancro como, por exemplo, do ovário e do cólon. Ao contrário dos mitos que atribuem a responsabilidade de alguns tumores a este contracetivo, a Sociedade Europeia de Contraceção defende os benefícios extra da pílula feminina.
Estudo: Pílula ajuda a prevenir alguns tipos de cancro
"Um dos mitos frequentes é de que a pílula pode levar a desenvolver cancro da mama", refere Johannes Bitzer, presidente daquela entidade, citado pela Lusa. "No entanto, a contraceção hormonal não produz cancro. O que é acontece é que, quando este existe, a pílula pode potenciá-lo". Por isso mesmo, as recomendações entre profissionais de saúde são, precisamente, de que as doentes com cancro da mama não façam contraceção hormonal. Já em termos de efeito preventivo em relação a outros tumores, o responsável fala em estamitivas de 40% a menos de risco de desenvolver cancro do ovário. 

Em conferência de imprensa, no âmbito do Congresso Europeu da Contraceção, o especialista diz também ser muito frequente ouvir-se afirmações e crenças em como este anticocecional diminuiu a fertilidade. No entanto, "isso não acontece e, na realidade, pode até haver um efeito contrário", com a pílula a proteger a mulher, no futuro, contra gravidezes extra uterinas. 

O aumento de peso e a diminuição do desejo sexual são outros mitos frequentes, mas, até agora, sem qualquer evidência científica. Por outro lado, atualmente, estão, a ser estudados métodos não hormonais com vista à interrupção do momento da fecundação. Segundo Johannes Bitzer, o esperma e o óvulo precisam de proteínas para facilitar a sua reunião. O que está a ser analisado é, portanto, a forma de produzir anti proteínas que bloqueiem a fecundação. O Congresso Europeu da Contraceção, que decorre até sábado, reune mais de 2.000 especialistas em Lisboa. in boasnoticias 30.05.2014